Porque você anda por onde eu não vou?
Porque você olha pra onde eu não ando?
Porque nossos caminhos sempre estão paralelos
e a gente nunca se encontra?
Porque a rua que você pega
não se cruza com a que eu estou?
Porque a aula que você assiste eu falto
e a aula que eu vou
você já assistiu no dia que eu faltei?
Porque quando eu chego
você já foi embora
e quando você está, eu não posso esperar
Porque quando eu decido falar
você não aparece
e quando você aparece eu mal consigo respirar
Porque desço do ônibus todo dia
em frente à sua porta
Mas nessa hora você nunca sai de casa
Porque, se nem nossos pensamentos
estão sintonizados,
que somente neles
eu consigo te encontrar?
Fernanda Maria
( "Porque é que você olha para onde eu não ando? Porque é que você anda para onde eu não vejo? ... Onde fica a tua casa, porque é que eu não acho? O que é que eu não ganho? Como é que eu vou embora??
O que é que eu digo agora quando eu vou te ligar? Quantas vezes eu pensei... Porque você não vem me chamar?...")
- Como é que eu vou embora, Kid Abelha -
Porque você olha pra onde eu não ando?
Porque nossos caminhos sempre estão paralelos
e a gente nunca se encontra?
Porque a rua que você pega
não se cruza com a que eu estou?
Porque a aula que você assiste eu falto
e a aula que eu vou
você já assistiu no dia que eu faltei?
Porque quando eu chego
você já foi embora
e quando você está, eu não posso esperar
Porque quando eu decido falar
você não aparece
e quando você aparece eu mal consigo respirar
Porque desço do ônibus todo dia
em frente à sua porta
Mas nessa hora você nunca sai de casa
Porque, se nem nossos pensamentos
estão sintonizados,
que somente neles
eu consigo te encontrar?
Fernanda Maria
( "Porque é que você olha para onde eu não ando? Porque é que você anda para onde eu não vejo? ... Onde fica a tua casa, porque é que eu não acho? O que é que eu não ganho? Como é que eu vou embora??
O que é que eu digo agora quando eu vou te ligar? Quantas vezes eu pensei... Porque você não vem me chamar?...")
- Como é que eu vou embora, Kid Abelha -








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"Ai, palavras... Ai, palavras... que estranha potência, a vossa! Todo sentido da vida principia à vossa porta!" (Cecília Meireles)