"Eu já não sei respirar quando estou ao lado seu
Você é aquele escondido nas letras de tantas canções
Deste lado do rio eu posso ver tudo o que é seu:
Delicadeza e mistério que nem você percebeu
Quero chamar sua atenção com as pausas do meu violão
Leio o seu nome nas águas do amor que correm a deslizar
Se eu não consigo dizer, eu só posso escrever cartas com o olhar...
Se eu arrisco a dizer, agora que estás comigo,
é um novo modo de ser
Tu que acolhes o meu coração sem fazer clamor
Deste lado do rio cada coisa é mais fácil
As mãos escorrem livres sobre ti
Tu que suspendes a respiração pela minha canção
Agora que escrevo o teu nome sobre a água do rio
Tu não és uma primavera, não és uma noite
Porque abro os olhos e te encontro ainda?"
- Cartas com o olhar; Ana Carolina -
P.S.: Porque só você conseguiu ler as cartas que estavam escritas no meu olhar... E agora você sabe que eram todas pra você.
Leio o seu nome nas águas do amor que correm a deslizar
Se eu não consigo dizer, eu só posso escrever cartas com o olhar...
Se eu arrisco a dizer, agora que estás comigo,
é um novo modo de ser
Tu que acolhes o meu coração sem fazer clamor
Deste lado do rio cada coisa é mais fácil
As mãos escorrem livres sobre ti
Tu que suspendes a respiração pela minha canção
Agora que escrevo o teu nome sobre a água do rio
Tu não és uma primavera, não és uma noite
Porque abro os olhos e te encontro ainda?"
- Cartas com o olhar; Ana Carolina -
P.S.: Porque só você conseguiu ler as cartas que estavam escritas no meu olhar... E agora você sabe que eram todas pra você.








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"Ai, palavras... Ai, palavras... que estranha potência, a vossa! Todo sentido da vida principia à vossa porta!" (Cecília Meireles)