"Como é bom quebrar a rotina, fazer coisas inesperadas, libertar-se de velhos hábitos e manias! Quando a gente se permite fugir da mesmice, a vida ganha cor e frescor.
(...) Por isso, dê a si mesmo a chance de fazer coisas que normalmente não faz.
(...) Por isso, dê a si mesmo a chance de fazer coisas que normalmente não faz.
(...)
Aproveite a oportunidade de se sentir feliz agindo de maneira imprevisível. Muitas vezes, tanto controle e tanta rigidez só nos deixam tensos e sérios demais. É preciso namorar a vida, vestir suas cores, curtir suas alegrias.
Aproveite a oportunidade de se sentir feliz agindo de maneira imprevisível. Muitas vezes, tanto controle e tanta rigidez só nos deixam tensos e sérios demais. É preciso namorar a vida, vestir suas cores, curtir suas alegrias.
É preciso também se preocupar menos. Vez ou outra, troque a conversa séria por uma brincadeira, aumente o volume do rádio, assista a um desenho animado. Ouça o vento tocando as folhas, o canto dos pássaros, o tagarelar das crianças. Não deixe sua vida girar em torno de uma coisa só. Descontraia e se divirta muito. "
(Texto extraído da Revista Ana Maria, 13/06/08 - Karla Precioso)
Esse dia foi exatamente esse texto. Essas idéias que me levaram a decidir aceitar o convite de ter um dia (ou melhor, uma madrugada) de sábado diferente. Mesmo tendo uma semana carregada de provas e trabalho. Aí, no dia seguinte, comecei a folhear uma revista qualquer e achei esse texto, como confirmando que eu tinha feito a escolha certa.
Não é preciso chutar as responsabilidades para o alto. Apenas se permitir viver as cores que a vida nos oferece, não deixando a rotina tornar todos os nossos dias sempre igualmente pretos e brancos.









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"Ai, palavras... Ai, palavras... que estranha potência, a vossa! Todo sentido da vida principia à vossa porta!" (Cecília Meireles)