"Eu cheguei em frente ao portão,
meu cachorro me sorriu latindo...
Minhas malas coloquei no chão, eu voltei...
Tudo estava igual como era antes, quase nada se modificou
Acho que só eu mesmo mudei, eu voltei...
Eu voltei, agora pra ficar, porque aqui, aqui é o meu lugar!
Eu voltei pras coisas que eu deixei...
Fui abrindo a porta devagar, mas deixei a luz entrar primeiro
Todo meu passado iluminei e entrei
Meu retrato ainda na parede, meio amarelado pelo tempo
Como a perguntar por onde andei e falei:
Onde andei não deu para ficar,
porque aqui, aqui é o meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei!"
meu cachorro me sorriu latindo...
Minhas malas coloquei no chão, eu voltei...
Tudo estava igual como era antes, quase nada se modificou
Acho que só eu mesmo mudei, eu voltei...
Eu voltei, agora pra ficar, porque aqui, aqui é o meu lugar!
Eu voltei pras coisas que eu deixei...
Fui abrindo a porta devagar, mas deixei a luz entrar primeiro
Todo meu passado iluminei e entrei
Meu retrato ainda na parede, meio amarelado pelo tempo
Como a perguntar por onde andei e falei:
Onde andei não deu para ficar,
porque aqui, aqui é o meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei!"









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"Ai, palavras... Ai, palavras... que estranha potência, a vossa! Todo sentido da vida principia à vossa porta!" (Cecília Meireles)